Não estranhe, seu médico ainda lhe prescreverá alguns Aplicativos (Apps) para sua Saúde Digital !

Em dois artigos nós abordamos o tema de como os wearables (dispositivos vestíveis) farão parte de nossas vidas, e terão um papel significativo na monitoração de nossa Saúde Digital. Mas eles não trabalham sozinhos, precisam de um companheiro – o Aplicativo (também chamamos de App)!

Você deve ter talvez algumas dezenas deles em seu smartphone, que o auxiliam nas mais variadas tarefas: mapas, calculadora, foto, música, navegar na internet, comunicação por texto, midia social, etc. Eles hoje são criados para quase todas as aplicações e necessidades, muitas inúteis é verdade.

No campo da Saúde não seria diferente. O número de aplicativos de saúde móvel (conhecidos como mHealth Apps) aumentou nos últimos dois anos, com mais de 165.000 aplicativos de saúde agora disponíveis nas lojas de aplicativos Apple iTunes e Android, de acordo com um novo estudo do IMS – Institute for Healthcare Informatics.

Mas a pergunta óbvia é: Será que todos eles atendem nossas necessidades e são relevantes para nossa Saúde?

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Fraudes e desperdícios consomem R$ 22,5 bilhões de despesas da saúde suplementar

Estudo produzido pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) estima que cerca de R$ 22,5 bilhões dos gastos de operadoras de planos de saúde no país com contas hospitalares e exames, em 2015, foram gerados indevidamente, decorrendo de fraudes e desperdícios com procedimentos desnecessários. O número representa 19% do total de despesas assistenciais feitos no periodo, que somaram R$ 117,24 bilhões.

No estudo evidências de práticas fraudulentas em sistemas de saúde internacionais e no Brasil, o IESS identificou que entre 12% e 18% das contas hospitalares apresentam itens indevidos e entre 25% e 40% dos exames laboratoriais não são necessários.

Os dados mostram ainda, com base em relatório da Controladoria-Geral da União, que o problema também assume grandes proporções no sistema público de saúde: entre 2002 e 2015, foram detectadas irregularidades de desvio de dinheiro de aproximadamente R$ 5 bilhões, o equivalente a 27,3% do total de irregularidades em todas as áreas do governo.

Na saúde privada, as principais formas de abuso se concentram em tratamentos excessivos e desnecessários ou na baixa qualidade no atendimento; na comercialização inadequada de medicamentos e de dispositivos médicos; e na sonegação de tributos. Segundo o relatório, tais práticas se originam e são mantidas sobretudo pela ausência de mecanismos de transparência para explicitar, por exemplo, as relações entre os agentes do setor de saúde (se um profissional da área recebeu um benefício ou uma comissão de um fornecedor de materiais e medicamentos).

“Legislações da Alemanha e dos Estados Unidos indicam que todos os pagamentos e benefícios entre agentes do setor de saúde devem ser tornados públicos. A União Europeia e os Estados Unidos também instituíram marcos regulatórios com punições severas para atos de corrupção”, destacou o estudo.

“No Brasil, falta transparência nos sistemas de precificação de insumos, serviços de saúde e também no modelo de pagamento por serviços prestados na saúde, o que inviabiliza a comparação e o controle de custos nas distintas etapas que envolvem o atendimento ao paciente e abrem espaço para práticas inadequadas, como atos de corrupção”, completou o IESS. 

Isto acontece, de acordo com a entidade, principalmente em razão do modelo usado para pagamentos de serviços de saúde, a chamada conta aberta ou fee-for-service. Neste caso, a conta de serviços absorve todos os custos, insumos, procedimentos e usos dos equipamentos – mesmo quando há falhas e desperdícios ou, até mesmo, corrupção.

Um dos requisitos sugeridos pela pesquisa para combater tais práticas no setor é modernizar os sistemas de pagamento por meio da premiação à eficiência e o melhor desfecho clínico ao paciente e punindo o desperdício e a contratação de exames desnecessários, assim como reinternações ou agravamento dos quadros clínicos causados por falhas assistenciais.

Fonte:http://istoe.com.br

Qual é o problema dos designs de hospitais

Hospitais não são feitos para serem lugares agradáveis. Considerando a ocorrência de adversidades nesses locais, dificilmente o seriam. Há um ramo da medicina, no entanto, que tem voltado a atenção para a importância do ambiente na cura de pacientes.

“Como um médico, me espanto diariamente pensando como hospitais poderiam ser melhor desenhados”, escreveu o americano Dhruv Khullar em um artigo publicado no final de fevereiro no jornal “The New York Times”.Khullar é médico residente do Massachusetts General Hospital, de Boston, um dos melhores hospitais dos Estados Unidos, vinculado à Universidade Harvard. Em seu texto, ele escreveu impressões colhidas ao longo de plantões de até 30 horas de duração. “Não importa o quão difícil é para médicos descansarem [durante o plantão], é definitivamente pior para pacientes”, disse.

Hospitais estão entre os equipamentos mais custosos de serem construídos, lembra ele. A infraestrutura hospitalar envolve uma complexidade de tecnologias, regulações e códigos de segurança que não podem ser ignorados. Pense nos lixos especiais, elevadores que comportam macas e sistemas de comunicação entre pacientes, médicos e enfermeiros. Ainda assim, insiste Khullar, as evidências apontam para o fato de estarmos construindo hospitais da forma errada.

“No passado, o design de instalações de saúde era focado mais em prover suporte para a equipe médica do que ao paciente”, diz Scott Habjan, diretor-associado de uma empresa dedicada ao design de hospitais, ao site Fast Coexist. “Instalações construídas sem pensar no paciente podem ser particularmente estressantes e deprimentes para alguém que já se encontra em um estado vulnerável.”

Principais problemas apontados por Khullar

LEITOS MUITO PRÓXIMOS

Quartos privados reduzem o risco de contaminação hospitalar, fator responsável por 30% das doenças e mortes em unidades de tratamento intensivo, apontam estudos. Para além da possibilidade de contaminação, a separação por cortinas apresenta um desconforto considerável aos doentes: tiram a privacidade e levam perturbações de uma maca para outra. Um paciente que passar a noite tossindo, por exemplo, não apenas terá seu sono perturbado, como perturbará o do vizinho.

RISCO DE QUEDA

Pisos escorregadios, ambientes mal iluminados, macas, pias e privadas posicionadas de forma muito alta ou muito baixa são responsáveis por inúmeras quedas. Pacientes no geral já têm dificuldade de locomoção devido à fragilidade do corpo em tratamento. Quartos e corredores de hospitais deveriam facilitar esse deslocamento.

DISTÂNCIA ENTRE MÉDICOS, ENFERMEIROS E PACIENTES

O tempo que a equipe médica leva para chegar a um paciente é crucial, destaca Dhruv Khullar. Ele sugere que deveria haver estações descentralizadas de enfermeiros de forma a agilizar esse processo.

BARULHO

No geral, o ruído sonoro de hospital é muito superior ao recomendado, dificultando o sono e descanso de pacientes. Barreiras à prova de som, tampões de ouvido e análise de alarmes desnecessários são algumas das soluções sugeridas.

Hospitais exemplos

Existem, no mundo, instituições que servem de modelo ao ideal de hospital. No geral, são lugares que valorizam a natureza e o espaço. Janelas amplas, paisagens bonitas, espaços verdes e preocupação estética estão entre os fatores que já se mostraram influentes na recuperação de doentes, além de quartos privados, confortáveis e até mesmo luxuosos.
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Pesquisas também mostram que o aumento dos investimentos na infraestrutura da instituição podem compensar, devido à redução de custos com infecções, quedas e perda de pacientes.

Um exemplo de bom design hospitalar é o Providence Sacred Heart Medical Center, de Washington nos EUA, construído com madeira, paredes de cores aconchegantes e muita luz natural. Além disso, tem um jardim no qual as famílias podem relaxar e que pode ser visto do interior, para crianças que não podem sair do hospital.

Também preocupado com a luz e ambiente natural, o Bridgepoint Active Healthcare, de Toronto, no Canadá, tem janelas panorâmicas em todos os quartos. As escadas, envoltas também em janelas de vidro, motivam famílias a preferirem os degraus em vez de pegar elevadores fechados.

Outro exemplo recorrente é o Veterans Administration Hospital, de Nova Orleans, nos EUA, completamente reconstruído após a passagem do furacão Katrina na cidade, em 2005. Além de ter sido projetado para resistir a possíveis novos desastres naturais, a construção foi feita após diálogos com os principais interessados: os veteranos de guerra.

A instituição atende a mais de 70 mil veteranos da região. Para saber a melhor forma de recebê-los, os arquitetos responsáveis pelo projeto conduziram uma série de entrevistas, realizaram workshops e passaram horas observando pacientes. Eles também foram até os bairros onde os veteranos vivem, para entender a cultura e costumes locais.

Entre os resultados, arquitetos e designer evitaram, na construção do hospital, utilizar tons que remetessem ao exército, como verde e cinza. Além disso, cômodos foram feitos de maneira a permitir que os pacientes possam ter uma vista do entorno — prática de vigilância mantida dos tempos de guerra. Os especialistas também se certificaram de que não haveria locais escuros e apertados.

Wearables, o que é?

Os wearables devices são, na tradução literal, dispositivos “vestíveis”. São óculos, pulseiras, camisetas, relógios, que possibilitam o monitoramento de informações de saúde como pressão arterial, índices de glicose, entre outros.

Há alguns dispositivos no mercado a preços bem acessíveis, faça uma rápida pesquisa na Internet e compare os preços. Os dispositivos variam bastante em suas características e configurações, porém, as principais medidas tem um padrão comum entre os mesmos, uma boa leitura dessas características  técnicas é importante antes da aquisição, leia e veja quais se adaptam melhor à sua necessidade.

Cada vez mais se torna comum a utilização motivar-no-dia-a-dia-com-wearable-devices.pngpara controle dos exercícios, seja para atletas profissionais ou amadores. Além desse controle, há uma maior motivação para a prática do exercício, estamos no “controle da situação”, podendo chegar mais longe na atividade a medida em que sabemos, por exemplo, que o batimento cardíaco está em seu nível normal. Não vá exagerar!

Segundo dados apresentados pelo HIMSS (Healthcare Information and Management System Society) em 2016, já existem mais de 300 instituições de saúde que fazem uso dos wearables devices, e o número só tende a aumentar.

Estes dispositivos podem promover a prevenção e o controle de inúmeras doenças, além de melhorar a experiência dos pacientes.

Por quanto tempo preciso guardar os exames de pacientes?

As clínicas e hospitais estão cada vez mais preocupadas com o bem-estar dos pacientes. Entre os serviços prestados, estão o armazenamento de exames não-retirados. Se sua instituição utilizar sistemas digitais, essa medida não causa tantos problemas. Contudo, se o armazenamento for físico, os exames impressos podem ocupar um espaço considerável nas recepções. Mas afinal, quanto tempo é preciso guardar os exames de pacientes?

De acordo o Conselho Federal de Medicina (CFM), os exames, que incluem imagens e laudos, fazem parte do prontuário médico do paciente. Esse prontuário médico deve ser mantido na instituição por, no mínimo, 20 anos, conforme diz a Resolução CFM nº 1.821/2007, no caso de documentos impressos em papel. Para os prontuários digitalizados ou microfilmados, esse armazenamento deve ser permanente.

Vale lembrar que o dever de guardar os exames de pacientes termina a partir do momento que o exame é retirado, mas é obrigatório que fique arquivado uma via do laudo emitido. Também é fundamental que a instituição guarde o comprovante de entrega pelo mesmo tempo que deveria armazenar o prontuário, para evitar complicações futuras.

Existem hospitais ainda que terceirizam o serviço de diagnóstico por imagem com clínicas e laboratórios. Nesses casos, se esta empresa detém autonomia administrativa, com os laudos dos exames sendo emitidos em seu nome, a responsabilidade de guarda do material de arquivo é dessa empresa. Ou seja, se acontecer o rompimento do contrato do serviço prestado, o material deverá ser armazenado pela clínica ou pelo laboratório, e não pelo hospital. Os pacientes que forem retirar exames após a encerramento do contrato, devem se dirigir à empresa que prestava o serviço.

Leia mais em: http://pixeon.com.br/    Por Alice Schmitt  Acesso em: 03/03/2017 20:00hs

Médicos ligados às novas tecnologias têm a preferência das pessoas

A evolução das conexões interpessoais através dos meios digitais já é uma realidade há algum tempo. Desde o surgimento do e-mail, passando pelos mensageiros online, até o presente momento dos aplicativos de mensagens instantâneas, percebeu-se a comodidade de usar a evolução da tecnologia para, além de se comunicar, otimizar questões que envolvem toda a vida das pessoas.

Quem nunca resolveu alguma situação pelo Whatsapp e ganhou tempo para aproveitar outras coisas?

Gerações conectadas, preferências alteradas

A tecnologia sempre correu lado a lado com a execução da medicina, porém, quando falava-se da conexão entre paciente e médico/consultório, as coisas eram mantidas nos métodos mais tradicionais. Entretanto, segundo os pacientes, isso está prestes a mudar.

Buscando entender como é a comunicação entre prestadores de serviço de saúde e seu público, a empresa Salesforce realizou uma pesquisa com mais de 736 adultos e identificou que 62% dos entrevistados estão abertos a atendimentos virtuais, e mais, 59% destes escolheriam um médico que oferecesse um sistema móvel capaz de marcar consultas e trocar dados de saúde.

Em outra pesquisa realizada pela Accenture, foi constatado que um, em cada quatro médicos no brasil, usam de forma rotineira meios digitais para comunicar-se com seus pacientes. Segundo estes, tal feito tem se mostrado muito útil para a demonstração e reconhecimento da qualidade no atendimento.

As principais mudanças acontecem dentro do consultório

A evolução da comunicação com o paciente também traz resoluções internas como, por exemplo, a redução de custos com agendamentos e o melhor entendimento de todo o ecossistema que envolve a entrada e saída do paciente na clínica, otimizando tempo e, consequentemente, melhorando o gerenciamento de capital.

O aprimoramento tecnológico do controle das situações do dia a dia de um consultório é um caminho obrigatório para o tempo presente. A centralização online de todos os processos de gestão, juntamente da mobilidade de informações, estão cada vez mais tornando-se fatores de decisão para pacientes, pois contribuem para a qualidade de vida de todos os envolvidos. Afinal, o paciente esquecido não perde sua desejada consulta e o médico, bem como seus colaboradores, não desperdiçam seu valioso tempo em busca de inúmeras gavetas de papéis ou pilhas de cadernos.

Fonte: https://clinicanasnuvens.com.br

A área da saúde continua a ser um alvo para os cibercriminosos

Vários hospitais foram vítimas de ataques de ransomware, e os orçamentos de segurança de saúde continuaram a ficar aquém dos de outras indústrias, de acordo com a Forrester Research.

O relatório da Forrester Research, “Lições aprendidas das maiores violações de dados do mundo e abusos de privacidade, 2016”, um incidente de 2016 foi a violação da Banner Health com 3,7 milhões de registros de pacientes, integrantes de planos de saúde, clientes de cafés e prestadores de serviços de saúde. Os atacantes, foram obtiveram acesso à informações pessoais de saúde, acrescentou a empresa de pesquisa e consultoria.

Líderes de segurança em saúde podem aprender muito com as falhas de dados que ocorreram no ano de 2016.

Forrester dividiu as lições a serem aprendidas em três categorias.

Primeiro, as organizações de saúde devem lutar para manter, até aumentar, os orçamentos de segurança. As organizações de saúde gastam 23% do orçamento de TI em segurança; Outras indústrias de infraestrutura crítica, como empresas de serviços públicos e telecomunicações, gastam 35%. Esta é uma enorme disparidade quando se considera a natureza crítica dos serviços de saúde e a sensibilidade dos dados em risco, disse a empresa. Agora é o momento de investir mais na cibersegurança em saúde, recomendou a empresa.

Em segundo lugar, as organizações de saúde devem segmentar suas redes em micro perímetros, sugeriu Forrester. Desta forma, uma violação inicial do perímetro não permite que hackers saltem para outras partes do ambiente.

E em terceiro lugar, as organizações de saúde devem criptografar e criptografar um pouco mais, disse Forrester. Os discos rígidos ausentes da Centene continham as informações pessoais dos pacientes, incluindo nomes, endereços, datas de nascimento, números de segurança social, números de identificação de membro e outras informações de saúde. Se a Centene tivesse criptografado os dados, não precisaria cumprir com os mandatos regulatórios para notificação de violação e teria protegido a privacidade de seus pacientes, disse Forrester. A menos que os criminosos também roubaram as chaves de criptografia, eles não podem vender os dados criptografados ou usá-los para cometer fraudes. Isso teria reduzido drasticamente os custos de infração do Centene e preservado a confiança do paciente.

Em última análise, os líderes empresariais devem priorizar a privacidade dos dados do cliente, concluiu o relatório da Forrester. Em 2017, os volumes de dados continuarão a explodir através de novos modelos de engajamento de clientes que usam os sensores, dispositivos e wearables da Internet de Coisas, e um ecossistema de parceiros de dados de terceiros, alertou a Forrester. Os gestores de segurança devem trabalhar com os seus homólogos de negócios para entender como os fluxos de dados mudam à medida que o próprio negócio muda – sejam novas parcerias, expansão geográfica, ofertas de clientes mais altamente personalizadas ou modelos de comercialização completamente novos.

Fonte: http://www.healthcareitnews.com