Melhoria na governança e na cobertura de saúde reduz mortalidade no Brasil, diz estudo

Por Instituto Gonçalo Moniz – IGM

O papel da governança na melhoria da saúde da população é tema de artigo publicado no periódico científico Health Affairs, em edição lançada, 09 de janeiro. O estudo “Large Reductions In Amenable Mortality Associated With Brazil’s Primary Care Expansion And Strong Health Governance” constatou que um melhor nível de governança e a maior cobertura de saúde na atenção primária nos municípios brasileiros estão associados à redução de mortalidade.

O objetivo da pesquisa, fruto de uma colaboração de pesquisadores do Instituto Gonçalo Moniz (Fiocruz Bahia) e do Instituto de Saúde Coletiva (ISC/Ufba) com pesquisadores do Imperial College de Londres e de Havard, foi examinar se a expansão da Estratégia de Saúde da Família (ESF), um dos maiores programas de Atenção Básica à Saúde do mundo, reduziu a mortalidade por causas passíveis de tratamento no Brasil. O estudo foi assinado por Thomas Hone e tem a co-autoria do coordenador-executivo do Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para a Saúde (Cidacs), Maurício Barreto, e do pesquisador do Cidacs Davide Rasella.

O estudo- O papel da governança na melhoria da saúde da população é uma questão muito discutida em saúde global.  No entanto, apesar de amplamente reconhecida como um elemento necessário, é difícil associar os seus efeitos da governança a desfechos na saúde (morbidade ou mortalidade).

Analisando dados de 1.622 municípios brasileiros entre os anos 2000-12, os autores mediram o nível da governança local de saúde dentro de cada município e demonstraram que os municípios com melhores níveis de governança tiveram as maiores reduções na mortalidade. Eles também constataram que enquanto as variáveis socioeconômicas melhoraram ao longo do período, a cobertura de atenção primária foi associada com reduções na mortalidade por causas passíveis de tratamento (mortalidade evitável com cuidados de saúde oportunos e efetivos).

“Nossos achados indicam que a expansão na cobertura da Estratégia de Saúde da Família teve um impacto substancial sobre a mortalidade, e que uma governança local sólida é importante para a implementação de serviços mais eficazes e para a obtenção de melhores resultados de saúde em termos de redução das taxas de mortalidade por causas passíveis de tratamento” concluíram os autores.

Os pesquisadores- Além de coordenador-executivo do Cidacs, Maurício Barreto é pesquisador sênior do Instituto Gonçalo Muniz (IGM/Fiocruz) e professor no Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia.  No Cidacs, Barreto coordena a “Coorte Virtual de 100 milhões de Brasileiros”, uma plataforma que busca avaliar determinantes sociais e efeitos de políticas e programas sociais sobre diferentes aspectos da vida da sociedade brasileira, em especial a saúde.

O pesquisador do Cidacs Davide Rasella é bolsista de pós-doutorado da Wellcome Trust, com base no Instituto Gonçalo Moniz, na Escola Nacional de Saude Pública (Fiocruz) e na London School of Hygiene and Tropical Medicine. Ele também integra a plataforma “Coorte Virtual de 100 milhões de Brasileiros”.

Acesse o estudo na íntegra: http://bit.ly/estudoHA

Saiba mais sobre a Coorte de 100 milhões: http://bit.ly/coorte100mi

Fonte: Melhoria na governança e na cobertura de saúde reduz mortalidade no Brasil, diz estudo. Salvador: Instituto Gonçalo Moniz – IGM; 2017 Jan 10. [acesso em 28 fev 2017]. Disponível em: https://www.bahia.fiocruz.br/melhoria-na-governanca-e-na-cobertura-de-saude-reduz-mortalidade-no-brasil-diz-estudo/

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A área da saúde continua a ser um alvo para os cibercriminosos

Vários hospitais foram vítimas de ataques de ransomware, e os orçamentos de segurança de saúde continuaram a ficar aquém dos de outras indústrias, de acordo com a Forrester Research.

O relatório da Forrester Research, “Lições aprendidas das maiores violações de dados do mundo e abusos de privacidade, 2016”, um incidente de 2016 foi a violação da Banner Health com 3,7 milhões de registros de pacientes, integrantes de planos de saúde, clientes de cafés e prestadores de serviços de saúde. Os atacantes, foram obtiveram acesso à informações pessoais de saúde, acrescentou a empresa de pesquisa e consultoria.

Líderes de segurança em saúde podem aprender muito com as falhas de dados que ocorreram no ano de 2016.

Forrester dividiu as lições a serem aprendidas em três categorias.

Primeiro, as organizações de saúde devem lutar para manter, até aumentar, os orçamentos de segurança. As organizações de saúde gastam 23% do orçamento de TI em segurança; Outras indústrias de infraestrutura crítica, como empresas de serviços públicos e telecomunicações, gastam 35%. Esta é uma enorme disparidade quando se considera a natureza crítica dos serviços de saúde e a sensibilidade dos dados em risco, disse a empresa. Agora é o momento de investir mais na cibersegurança em saúde, recomendou a empresa.

Em segundo lugar, as organizações de saúde devem segmentar suas redes em micro perímetros, sugeriu Forrester. Desta forma, uma violação inicial do perímetro não permite que hackers saltem para outras partes do ambiente.

E em terceiro lugar, as organizações de saúde devem criptografar e criptografar um pouco mais, disse Forrester. Os discos rígidos ausentes da Centene continham as informações pessoais dos pacientes, incluindo nomes, endereços, datas de nascimento, números de segurança social, números de identificação de membro e outras informações de saúde. Se a Centene tivesse criptografado os dados, não precisaria cumprir com os mandatos regulatórios para notificação de violação e teria protegido a privacidade de seus pacientes, disse Forrester. A menos que os criminosos também roubaram as chaves de criptografia, eles não podem vender os dados criptografados ou usá-los para cometer fraudes. Isso teria reduzido drasticamente os custos de infração do Centene e preservado a confiança do paciente.

Em última análise, os líderes empresariais devem priorizar a privacidade dos dados do cliente, concluiu o relatório da Forrester. Em 2017, os volumes de dados continuarão a explodir através de novos modelos de engajamento de clientes que usam os sensores, dispositivos e wearables da Internet de Coisas, e um ecossistema de parceiros de dados de terceiros, alertou a Forrester. Os gestores de segurança devem trabalhar com os seus homólogos de negócios para entender como os fluxos de dados mudam à medida que o próprio negócio muda – sejam novas parcerias, expansão geográfica, ofertas de clientes mais altamente personalizadas ou modelos de comercialização completamente novos.

Fonte: http://www.healthcareitnews.com

Wearable – Internet das Coisas

O numero de objetos já conectados à internet em 2015 é muito expressivo. As previsões até 2020 chegam a considerar 200 bilhões de objetos ligados à internet (projeção feita pela Intel).

O conceito por trás disso é o IoT (Internet of Things – Internet das Coisas) que presume uma conexão universal, de qualquer objeto, em qualquer horário e em qualquer lugar, ao ambiente da internet (usando HWs, SWs, aplicativos e uma arquitetura padrão), o que revoluciona o mundo e a forma de como vamos fazer nossas tarefas e trabalhos nos próximos anos.

Ocorre que se levarmos estes conceitos para a área de saúde, vamos enxergar um inúmero contingente de wearables ou healthwears, objetos que “vestimos” nos nossos corpos e que através deles conseguimos medir, diagnosticar, e até atuar terapeuticamente nas nossas condições de saúde. Fora isso, há também um volume grande de health-ons que está surgindo no mercado. Produtos injetáveis que permitem de dentro do nosso corpo medir, diagnosticar e atuar ainda mais terapeuticamente na nossa saúde.

Este outro lado está crescendo de forma absurda, por conta da chamada nanomedicina, e também do foco, cada vez maior, de diminuir a invasividade dos procedimentos clínicos. Cirurgias cada vez menos invasivas estão no radar destes trabalhos.

Entre as aplicações que vemos hoje no mercado estão:

  • Cirurgias robóticas cardíacas menos invasivas;
  • Controle de pacientes em coma (Sensores de movimento em ultrassom);
  • Controle e monitoramento de condições de saúde ou de exercícios físicos;
  • Prevenção de doenças ou ataques (Nanomedicina aplicada para prever bloqueios de artérias, incluindo a criação de pontes artificiais evitando uma situação de óbito);
  • Detecção de doenças no seu início, provendo uma capacidade muito maior de cura e um custo muito menor de tratamento;
  • Monitoramento de pacientes crônicos, incluindo sinais vitais (eletrocardiograma, açúcar no sangue, oximetria, pressão),melhorando a qualidade de sua saúde, ajudando no tratamento e reduzindo o volume de internações dos mesmos (diabetes, obesidade, hipertensão, asma, parkinson, alzheimer, dpoc, dentre outros);
  • Informação em tempo real transmitida direto do paciente a uma facilidade de tratamento mais próxima, aos seus médicos, etc.;
  • Maior autonomia para pessoas idosas em suas moradias através de equipamentos que possam dar alertas a distância e/ou chamar um serviço de APH;
  • Controle de dispensação correta de medicamentos na hora certa pelos pacientes que influencia em uma gama muito grande de patologias;
  • Controle de dados respiratórios apontando com incipiência possíveis problemas pulmonares, dentre outras causas.

Enfim, pode se citar uma gama maior ainda de atividades que permitem o controle em objetos wearable/ healthwear ou healthons ligados ao corpo do indivíduo.

Dentro deste conceito, se olharmos a IoT na Medicina ou o Health IoT, como é chamado em alguns lugares, o que realmente estamos conectando à Internet não são os objeto conectados ao nosso corpo, mas, sim, os próprios corpos, daí a denominação Internet of Bodies (IoB).

Se levarmos esta definição a uma descrição básica, seria a de uma conexão universal, do corpo humano, em qualquer horário e em qualquer lugar ao ambiente da internet, o que revoluciona a saúde e a forma como a gerimos em nossas vidas, melhorando a nossa segurança clínica, reduzindo e mitigando riscos a nossa saúde, reduzindo os custos da saúde na sociedade, aparelhando mais os hospitais, os ambulatórios, os médicos e os enfermeiros em suas atividades.

Preocupações como acesso de “hackers” e falhas de segurança passam a ser vitais para o funcionamento de uma arquitetura capaz de atender estas necessidades, diferentemente de qualquer outra aplicação de IoT, pois estamos falando direto do corpo humano.

A preocupação de evitar falhas nos sistemas, ou seja, continuidade, integridade, disponibilidade e imunidade a falhas é mais ainda importante, logo estamos falando de um novo foco em qualidade de software, tanto em seu desenvolvimento como na gestão de sua operação, sendo que o software deve chegar a “erro zero”.

Quaisquer projetos nesta área devem levar em conta esta visão.

*artigo publicado na 36ª edição da revista Healthcare Management.

Fonte:http://healthcaremanagement.grupomidia.com

Plano de Saúde Popular!

Uma das principais propostas do governo Michel Temer para diminuir gastos públicos é a criação dos chamados “planos de saúde populares”. A meta é diminuir a pressão sobre o SUS (Sistema Único de Saúde), repassando demanda para o setor privado a partir de convênios com preços mais acessíveis. “O orçamento é finito, não há recursos ilimitados. Sou ministro da Saúde, não sou só o ministro do SUS (…) Isso ajudará a agilizar o atendimento das pessoas e a construir a universalização que está prevista na Constituição”, afirmou o ministro da Saúde Ricardo Barros em julho ao jornal “Folha de S.Paulo”.

Link para matéria: www.nexojornal.com.br

Atualmente….

Três tipos de planos populares de saúde foram apresentados pelo governo para avaliação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que deverá se manifestar sobre a “viabilidade técnica”. Pelos termos gerais da proposta, o usuário terá de pagar “ao menos 50% do valor de procedimento” como coparticipação, os preços do serviço poderão ser reajustados apenas “com base em planilhas de custo”, haverá “obrigatoriedade da segunda opinião médica” nos casos mais complexos, entre outras mudanças.

O primeiro tipo sugerido é o “Plano Simplificado”, que não cobre internações, terapias e exames de alta complexidade, urgência e emergência ou hospital-dia. No documento, assinado pelo secretário de Atenção Básica do Ministério da Saúde, Francisco de Assis Figueiredo, o argumento é que até 85% dos problemas de saúde do beneficiário podem ser resolvidos apenas com os serviços ofertados: consultas, terapias e serviços de diagnóstico de baixa e média complexidade.

 

No segundo modelo proposto, chamado de Ambulatorial mais Hospitalar, o usuário terá acesso a serviços de baixa, média e alta complexidade, mas começará o atendimento obrigatoriamente por um médico de família ou da atenção primária. Caso ele indique o paciente para a rede hospitalar, será preciso ouvir uma segunda opinião que “reafirme a necessidade”.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/

Ainda….

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Fonte: Internet

Houveram questionamentos do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) sobre essa proposta da mudança na legislação brasileira.

Leia mais em: https:www.acontecenoticias.com.br

O assunto é longo, mexe em uma estrutura delicada! Vamos ver como se desdobrará para a população…

O que é saúde pública: SUS, funcionamento e diretrizes

Você tem dúvidas sobre o que é saúde pública, como funciona, órgãos envolvidos, influência sobre as empresas da saúde, diretrizes? Leia agora esse texto!

Fonte: O que é saúde pública: SUS, funcionamento e diretrizes

O que é Design Thinking? Como usá-lo na área de saúde? 

Não se assuste se você é daqueles que associam o termo “design” a trabalhos gráficos. Leia esse texto e descubra o poder do Design Thinking na área de saúde

Fonte: O que é Design Thinking? Como usá-lo na área de saúde? – Portal Educa Saúde | Conhecimento de Alto Impacto

Intolerância à lactose: cuidados com a alimentação

Um artigo muito interessante desenvolvido pelo hospital Albert Einstein, vale a pena leitura!

Após consumir leite ou seus derivados, algumas pessoas podem sentir dor abdominal, náuseas, desconforto, diarreia e gases. Em geral, tais sintomas são percebidos como um simples mal-estar, típico de estômago sensível. Mas atenção: se o incomodo aparecer num período entre meia hora e duas horas após o consumo de laticínio, deve-se procurar auxílio médico, pois pode significar intolerância à lactose – uma rejeição do organismo ao leite e seus derivados.

Essa intolerância é resultado da falta da enzima lactase, produzida no intestino delgado, que tem a finalidade de decompor o açúcar do leite em moléculas menores como a glicose, para que possam ser absorvidos.
Com a deficiência ou ausência dessa enzima, a digestão da lactose torna-se difícil e chega ao intestino grosso inalterada, sendo fermentada por bactérias e produzindo acido láctico e gases. Além disso, a presença de lactose no intestino grosso aumenta a retenção de água, podendo causar diarreia e cólicas. Precisamos entender também para a diferença entre intolerância à lactose e alergia ao leite. Este último é dependente de mecanismos imunológicos, sendo as reações imediatas e os sintomas ocorrem em até duas horas após a exposição. As manifestações mais comuns são as reações cutâneas, gastrointestinais, respiratórias e sistêmicas.  A intolerância envolve apenas a digestão, e não o sistema imunológico.

Como diagnosticar

Existem três tipos de intolerância à lactose:

  • Deficiência congênita da enzima : é um defeito genético raro, no qual alguns recém-nascidos, principalmente prematuros, nascem sem a capacidade de produzir lactose. Nesse caso a intolerância à lactose é permanente.
  • Diminuição enzimática secundária a doenças intestinais: bastante comum no primeiro ano de vida. Nesse caso, a criança tem uma deficiência temporária da enzima, devido à morte das células da mucosa intestinal, produtoras da lactase, principalmente quando há diarreia persistente. Assim, o indivíduo fica com deficiência temporária até que essas células sejam repostas. Não existe um tempo exato para que isso ocorra, pois depende da resposta do organismo de cada pessoa.
  • Deficiência primária ou ontogenética: a mais comum na população. Com o decorrer da vida, existe a tendência natural à diminuição da produção da lactase a que qualquer adulto, sem idade exata, está sujeito.
Ao perceber os sintomas (dor abdominal, náusea, gases, diarreia e cólicas) após ingerir laticínios, a pessoa deve procurar um gastroenterologista. Apesar dessa intolerância não causar riscos de vida, a sensação é de muito desconforto.
O diagnóstico pode ser feito de três maneiras:
  • Teste de tolerância à lactose: o paciente recebe uma dose de lactose em jejum e, depois de algumas horas, são colhidas amostras de sangue que indicam os níveis de glicose.
  • Teste de hidrogênio na respiração: o paciente ingere uma bebida com alta quantidade de lactose e o médico analisa o hálito da pessoa em intervalos que variam de 15 a 30 minutos por meio da expiração. Se o nível de hidrogênio aumentar significa um processamento incorreto da lactose no organismo.
  • Teste de acidez nas fezes: o exame de fezes é realizado normalmente, pois se a pessoa ingeriu alimentos com lactose, teve os sintomas e procurou auxilio médico, é porque a lactose não foi bem digerida produzindo ácidos que podem ser detectados nas fezes.

Prevenção e tratamento

Uma vez diagnosticada a intolerância, pode-se evitar os sintomas excluindo leite e derivados, além de produtos ou alimentos preparados com leite. Outra forma de evitar os sintomas é experimentar os suplementos da enzima lactase, disponíveis no mercado em comprimidos ou tabletes mastigáveis. O medicamento deve ser ingerido junto com os laticínios.
Além disso, é possível adicionar gotas de enzima lactase no leite comum para pré-digerir a lactose antes de beber. Vale lembrar que as gotas devem ser colocadas 24 horas antes do consumo, tempo necessário para digerir a lactose. Porém, fique atento, o não consumo de leite e derivados pode gerar falta de cálcio. E quem optar por eliminar os laticínios precisará de uma dieta especial para suprir a necessidade do mineral. Caso opte pelo corte de laticínios, é necessário consumir principalmente vegetais de cor verde-escura como brócolis, couve, agrião, mostarda, além de repolho, nabo e peixes de ossos moles como o salmão e sardinha, mariscos e camarão.
Fontes de cálcio: folhas verdes, couve, alface, abobrinha, repolho, brócolis, aipo, mostarda, erva-doce), feijão, ervilhas, salmão, tofu, laranja, amêndoa, sementes de gergelim, melaço e cereais enriquecidos com cálcio.

Alternativas alimentares

  • Não existe cura para a intolerância à lactose, mas é possível tratar os sintomas limitando os produtos com leite ou derivados.
  • Se a intolerância não for grave, o indivíduo não precisa excluir da dieta qualquer alimentos que contenha lactose.  Aos poucos a pessoa descobre quais alimentos lácteos ela pode ingerir sem sentir tantos sintomas.
Hoje já temos diversos produtos no mercado sem lactose como queijos, requeijão, iogurtes, leites, biscoitos, pães, bolos, entre outros. Outro substituto para o leite são as bebidas vegetais, entre elas o leite de arroz, leite de amêndoas e o leite de castanhas.
O uso de probióticos ou alimentos contendo probióticos, pode trazer beneficios para  os portadores de intolerancia à lactose, já que estas bactérias iniciam a “quebra” da lactose, melhorando a digestão do alimento. Algumas cepas probióticas tem efeito favorável melhorando os sintomas de pacientes com intolerância à lactose secundária, como dor abdominal, diarreia e absorção da lactose. O ideal é a indicaçao por medico e/ou nutricionista para utilizar alguma dessas substâncias.

Fonte: https://www.einstein.br/noticias

Acesso em 05/03/2017.