10º Dazideia

A imagem pode conter: 1 pessoa, texto

Participamos dia 30/08 do 10º DazIdeia na Plurall Coworking em Criciúma.
Com a ideia mais votada, ganhamos uma entrada para o próximo Startup Weekend  closetome.com.br  #plataformaclosetome #atendimentomedico 

Anúncios

ANS quer estimular participação do paciente para melhoria do cuidado em saúde

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) quer estimular uma maior participação do paciente nas decisões relacionadas à saúde, contribuindo, assim, para qualificar o cuidado e tornar o usuário mais consciente sobre suas necessidades. Para isso, a reguladora está lançando o projeto “Sua Saúde: Informe-se e Faça Boas Escolhas”. A iniciativa é inspirada em ações desenvolvidas em outros países e busca falar diretamente com o paciente, fornecendo informações relevantes e orientando sobre questões relacionadas ao cuidado e tecnologias utilizadas no diagnóstico e tratamento de doenças.

O projeto conta com a parceria de 17 instituições, incluindo entidades médicas, acadêmicas e de apoio ao paciente. O grupo, coordenado pela ANS, propõe um conjunto de informações que está sendo disponibilizado no portal da Agência com o intuito de melhorar o entendimento do paciente sobre sua situação de saúde e sobre o seu papel no tratamento. A página do projeto será atualizada periodicamente, com a inserção de novos conteúdos. O primeiro tema a ser abordado é a comunicação com o responsável pelo cuidado. Para isso, são dadas dicas sobre como o paciente deve se preparar para uma consulta. Essa interlocução é componente fundamental da atenção em saúde e, quando bem feita, além de aumentar o bem-estar e a confiança do paciente, pode potencializar os resultados positivos do tratamento.

“O projeto Sua Saúde é uma iniciativa que estimula uma participação mais proativa do paciente em relação à tomada de decisão em saúde, focando na informação de qualidade compartilhada com os outros responsáveis pelo cuidado”, explica Daniele Pinto da Silveira, especialista em regulação e assessora técnica da Diretoria de Desenvolvimento Setorial da ANS. “Com esse projeto, queremos oferecer ferramentas ao paciente para que ele de fato participe das decisões que lhe afeta, questione e saiba que podem existir alternativas de diagnóstico e tratamento. Queremos o paciente como protagonista do cuidado”, destaca. Daniele ressalta que em sistemas de países do mundo inteiro tem-se observado um crescimento da abordagem centrada e focada na experiência do usuário, e a comunicação tem papel fundamental, contribuindo para os resultados do cuidado.

O primeiro conjunto de informações disponibilizado contempla orientações gerais para que o paciente realize uma boa consulta, com dicas que devem ser observadas antes, durante e depois do atendimento. Também são sugeridas perguntas essenciais que o paciente pode fazer ao responsável pelo cuidado em relação a procedimentos e exames:

1. Esse exame/procedimento é realmente necessário?
2. Quais são os benefícios, as contraindicações e os efeitos colaterais desse exame/procedimento?
3. Existem opções mais simples e seguras?
4. O que acontece se eu não investigar ou se eu não tratar meu problema?
5. Quais são os custos envolvidos?

“É muito importante que as pessoas saibam que é esperado que façam perguntas e procurem compreender melhor o que se passa quando sofrem com algum problema de saúde. Muitas vezes os pacientes não questionam sobre sua condição de saúde quando estão em uma consulta e acabam buscando outras fontes para orientação, nem sempre adequadas. Essas perguntas que estamos sugerindo podem colaborar para um melhor resultado do cuidado e também para uma melhor relação médico-paciente. São perguntas que podem surgir naturalmente durante a conversa com seu médico ou outro profissional de saúde que o acompanha”, diz Daniele.
Os responsáveis pelo cuidado (médicos e demais profissionais de saúde) são parte fundamental dessa relação e, como tal, também ganham com as medidas sugeridas pela iniciativa. Entre os benefícios estão a maior adesão do paciente ao tratamento, com maior probabilidade de obtenção de bons resultados, a fidelização do paciente ao profissional de saúde, a diminuição do risco de entendimento equivocado das prescrições e recomendações e maior satisfação do profissional de saúde com sua prática clínica.

Sobre o projeto

O projeto Sua Saúde nasceu da participação de representantes de pacientes em fóruns constituídos pela ANS e é inspirado em experiências como a Slow Medicine, o Talking to your Doctor (NIH/EUA), o programa NHS Choices e a iniciativa conhecida como Connecting to patients and people who use services, estes últimos do governo do Reino Unido.
O conteúdo foi construído com o apoio de um Grupo Técnico (GT) formado e coordenado pela ANS e composto por 17 instituições. Confira abaixo os parceiros do Sua Saúde:

 Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP);
 Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (ICICT/FIOCRUZ);
 Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP/FIOCRUZ);
 GVSaúde/FGV-EAESP;
 Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear (SBMN);
 Sociedade Brasileira de Patologia Clínica / Medicina Laboratorial (SBPC/ML);
 Associação Brasileira de Qualidade de Vida (ABQV);
 Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC);
 Hospital Sírio-Libanês;
 Hospital Israelita Albert Einstein;
 Hospital Pró-Cardíaco;
 Associação Médica Brasileira (AMB);
 Grupo AMIL;
 Unimed BH;
 Gama Saúde;
 Banco Safra;
 Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (ABRALE).

A iniciativa também surge no contexto de ações em andamento na ANS voltadas à indução da qualidade do setor, intensificadas a partir de 2014 com a proposição de cinco eixos prioritários: Oncologia (Projeto OncoRede); Cuidado ao Idoso (Projeto Idoso Bem Cuidado); Órteses, Próteses e Materiais Especiais (OPME); Odontologia (Projeto Sorrir) e Atenção ao Parto e Nascimento (Parto Adequado). Com informações da Agência ANS.

Fonte: Forum Saúde Digital

Sou familiarizado com o Watson, da IBM, diz Dr. Dráuzio Varella

Em uma entrevista publicada no site mobiletime.com.br, Dráuzio Varella destaca…

O programa de câncer de mama do Watson é muito interessante porque usa os dados dos doentes para te apresentar as opções de tratamento, com as vantagens e desvantagens de cada um. Isso ajuda o médico, porque ele não tem condição de acompanhar tudo o que está acontecendo. Eu estudo, vou a congressos, e mesmo assim volta e meia aparece algo que nunca tinha visto na minha especialidade, que é câncer de mama. Quanto à relação médico-paciente, eu não vejo como um problema. Uma coisa não vai substituir a outra. O paciente sempre vai precisar de alguém que filtre essa informação toda e o ajude a decidir qual o melhor caminho a seguir. Essa é a diferença do médico moderno e aquele do passado. O do passado redigia uma lista de remédios com garranchos que só os farmacêuticos entendiam. O paciente não podia perguntar nada e se não fizesse o tratamento direito ainda era mandado embora. O médico era uma autoridade. A função do médico é dar alternativas. Quais as desvantagens de cada uma delas, indicar uma outra e explicar o porquê. No final, você tem que chegar a um consenso. A tecnologia só ajuda, porque ela me dá todos os dados que preciso para te aconselhar.

Há um site chamado Adjuvant! Online que analisa dados de câncer de mama de pacientes e mede o risco de a doença voltar com quimioterapia ou hormonioterapia. O sistema te informa o risco de cada tratamento, com base num banco de dados enorme. Então, por exemplo, se a chance de cura for de 92% sem quimioterapia por que fazê-la? Esse tipo de  informação é absolutamente fundamental. Assim não ficamos mais dependentes da impressão do médico.

Leia a entrevista na íntegra, vale a apena: Clique aqui

Clínica médica popular lança programa de franquia em todo Brasil

Mais de 3 milhões de brasileiros abandonaram os planos de saúde nos últimos 3 anos, segundo a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). Somente em 2016 foram cerca de 1,4 milhão de pessoas. A crise econômica e o aumento do desemprego, que já atinge mais de 12 milhões de trabalhadores, justificam o quadro.

Diante deste cenário, clínicas médicas populares têm se sobressaído como alternativa para quem não quer abrir mão de um atendimento digno e de qualidade. Uma delas, a MedicMais, atingiu um faturamento de R$ 2 milhões em 2016, a partir de um modelo de negócio que une atendimento médico, odontológico e exames em um único local. Fundada pelo empresário Tiago Alves, que possui mais de 10 anos de experiência na área de saúde, a MedicMais realizou mais de 100 mil atendimentos nos últimos 2 anos.

O sucesso da empresa chamou a atenção de investidores e a novidade é que agora a MedicMais lança sua marca no programa de franchising em sociedade com o Grupo 10X, de David Pinto, empresário com ampla experiência em expansão de franquias e gestão de redes.

Empresários ou profissionais da saúde que reconheçam o potencial de transformação social do negócio e busquem maior rentabilidade sobre seu capital são potenciais candidatos a abrir uma franquia MedicMais e fazer parte de um setor em franca expansão. Dados da ABF (Associação Brasileira de Franchising) apontam que o segmento da saúde é o que mais cresce, puxado pelas clínicas médicas populares.

Segundo os sócios da marca, uma clínica da rede tem potencial para faturar R$ 200 mil por mês, com uma margem de rentabilidade líquida de até 25%. A franqueadora oferece todo o suporte necessário para a abertura da unidade, desde a escolha do ponto comercial, projeto arquitetônico, treinamento operacional, software de gestão e divulgação em mídia nacional. O investimento inicial para adquirir uma franquia é de R$285.000 e o retorno do investimento acontece dentro de 18 a 24 meses. Para dentistas que já possuem clínicas e desejam converter o espaço para os padrões MedicMais a rede oferece condições especiais.

Fonte: http://forumsaudedigital.com.br

4P´s da Gestão da Inovação

INDICADO PARA negócios de todos os portes, mas esta ferramenta foi desenvolvida considerando pequenas e médias empresas.

SERVE PARA o empreendedor organizar a capacidade de inovação de sua empresa para torná-la mais competitiva de forma contínua.

É ÚTIL PORQUE oferece uma visão abrangente sobre como a inovação pode ser gerida em organizações de menor porte.

SOBRE A FERRAMENTA: A abordagem dos 4Ps já foi muito bem-sucedida no planejamento de marketing e basicamente consiste em quatro áreas de decisões (produto, praça, preço e promoções) que o gestor pode tomar com o intuito de fortalecer as vendas de sua empresa. Os 4Ps da inovação seguem a mesma lógica e consistem em quatro áreas de decisões (propósito, processos, pessoas e políticas) que o empreendedor precisa considerar para fortalecer e/ou consolidar a capacidade de inovação de seu negócio.

Como usar: Para que isso ocorra, é preciso considerar as seguintes sugestões para cada um dos 4Ps da Gestão da Inovação:

1) Propósito de inovar: A primeira reflexão diz respeito ao propósito da inovação para o seu negócio.

2) Processos para inovar: Depois que a empresa esclarecer que definição de inovação irá empregar, seu alinhamento com a estratégia e as metas, deve definir os processos para começar a transformar novas ideias em fontes de lucro.

3) Pessoas para inovar: Para que os processos de inovação funcionem, tenha em sua empresa pessoas que se encaixem em duas categorias: empreendedoras (as que percebem oportunidades e têm perseverança até conseguirem a implementação) e as gestoras (são flexíveis, mas orientadas para transformar conceitos intangíveis em resultados mensuráveis).

4) Políticas para inovar: De nada adianta a empresa saber definir o que é inovação e como ela contribui para o resultado do negócio, definir os processos e ter as pessoas certas para inovar se não criar condições para que a inovação realmente aconteça. Para que isso ocorra, defina políticas de gestão.

A figura a seguir, destaca o formulário de autodiagnóstico para que possa atuar nesse processo.

formulario.JPG

Utilize o formulário para ter uma base de conhecimento, e a partir daí uma melhor organização sobre o conceito de inovação, processos, política, pessoas e o propósito.

Baixe o artigo completo clicando aqui: ME_4Ps-Gestao-Inovacao

Fonte: http://cms-empreenda.s3.amazonaws.com Acesso em: 15/03/2017

 

Não estranhe, seu médico ainda lhe prescreverá alguns Aplicativos (Apps) para sua Saúde Digital !

Em dois artigos nós abordamos o tema de como os wearables (dispositivos vestíveis) farão parte de nossas vidas, e terão um papel significativo na monitoração de nossa Saúde Digital. Mas eles não trabalham sozinhos, precisam de um companheiro – o Aplicativo (também chamamos de App)!

Você deve ter talvez algumas dezenas deles em seu smartphone, que o auxiliam nas mais variadas tarefas: mapas, calculadora, foto, música, navegar na internet, comunicação por texto, midia social, etc. Eles hoje são criados para quase todas as aplicações e necessidades, muitas inúteis é verdade.

No campo da Saúde não seria diferente. O número de aplicativos de saúde móvel (conhecidos como mHealth Apps) aumentou nos últimos dois anos, com mais de 165.000 aplicativos de saúde agora disponíveis nas lojas de aplicativos Apple iTunes e Android, de acordo com um novo estudo do IMS – Institute for Healthcare Informatics.

Mas a pergunta óbvia é: Será que todos eles atendem nossas necessidades e são relevantes para nossa Saúde?

Leia mais em: http://forumsaudedigital.com.br