Por quanto tempo preciso guardar os exames de pacientes?

As clínicas e hospitais estão cada vez mais preocupadas com o bem-estar dos pacientes. Entre os serviços prestados, estão o armazenamento de exames não-retirados. Se sua instituição utilizar sistemas digitais, essa medida não causa tantos problemas. Contudo, se o armazenamento for físico, os exames impressos podem ocupar um espaço considerável nas recepções. Mas afinal, quanto tempo é preciso guardar os exames de pacientes?

De acordo o Conselho Federal de Medicina (CFM), os exames, que incluem imagens e laudos, fazem parte do prontuário médico do paciente. Esse prontuário médico deve ser mantido na instituição por, no mínimo, 20 anos, conforme diz a Resolução CFM nº 1.821/2007, no caso de documentos impressos em papel. Para os prontuários digitalizados ou microfilmados, esse armazenamento deve ser permanente.

Vale lembrar que o dever de guardar os exames de pacientes termina a partir do momento que o exame é retirado, mas é obrigatório que fique arquivado uma via do laudo emitido. Também é fundamental que a instituição guarde o comprovante de entrega pelo mesmo tempo que deveria armazenar o prontuário, para evitar complicações futuras.

Existem hospitais ainda que terceirizam o serviço de diagnóstico por imagem com clínicas e laboratórios. Nesses casos, se esta empresa detém autonomia administrativa, com os laudos dos exames sendo emitidos em seu nome, a responsabilidade de guarda do material de arquivo é dessa empresa. Ou seja, se acontecer o rompimento do contrato do serviço prestado, o material deverá ser armazenado pela clínica ou pelo laboratório, e não pelo hospital. Os pacientes que forem retirar exames após a encerramento do contrato, devem se dirigir à empresa que prestava o serviço.

Leia mais em: http://pixeon.com.br/    Por Alice Schmitt  Acesso em: 03/03/2017 20:00hs

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Melhoria na governança e na cobertura de saúde reduz mortalidade no Brasil, diz estudo

Por Instituto Gonçalo Moniz – IGM

O papel da governança na melhoria da saúde da população é tema de artigo publicado no periódico científico Health Affairs, em edição lançada, 09 de janeiro. O estudo “Large Reductions In Amenable Mortality Associated With Brazil’s Primary Care Expansion And Strong Health Governance” constatou que um melhor nível de governança e a maior cobertura de saúde na atenção primária nos municípios brasileiros estão associados à redução de mortalidade.

O objetivo da pesquisa, fruto de uma colaboração de pesquisadores do Instituto Gonçalo Moniz (Fiocruz Bahia) e do Instituto de Saúde Coletiva (ISC/Ufba) com pesquisadores do Imperial College de Londres e de Havard, foi examinar se a expansão da Estratégia de Saúde da Família (ESF), um dos maiores programas de Atenção Básica à Saúde do mundo, reduziu a mortalidade por causas passíveis de tratamento no Brasil. O estudo foi assinado por Thomas Hone e tem a co-autoria do coordenador-executivo do Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para a Saúde (Cidacs), Maurício Barreto, e do pesquisador do Cidacs Davide Rasella.

O estudo- O papel da governança na melhoria da saúde da população é uma questão muito discutida em saúde global.  No entanto, apesar de amplamente reconhecida como um elemento necessário, é difícil associar os seus efeitos da governança a desfechos na saúde (morbidade ou mortalidade).

Analisando dados de 1.622 municípios brasileiros entre os anos 2000-12, os autores mediram o nível da governança local de saúde dentro de cada município e demonstraram que os municípios com melhores níveis de governança tiveram as maiores reduções na mortalidade. Eles também constataram que enquanto as variáveis socioeconômicas melhoraram ao longo do período, a cobertura de atenção primária foi associada com reduções na mortalidade por causas passíveis de tratamento (mortalidade evitável com cuidados de saúde oportunos e efetivos).

“Nossos achados indicam que a expansão na cobertura da Estratégia de Saúde da Família teve um impacto substancial sobre a mortalidade, e que uma governança local sólida é importante para a implementação de serviços mais eficazes e para a obtenção de melhores resultados de saúde em termos de redução das taxas de mortalidade por causas passíveis de tratamento” concluíram os autores.

Os pesquisadores- Além de coordenador-executivo do Cidacs, Maurício Barreto é pesquisador sênior do Instituto Gonçalo Muniz (IGM/Fiocruz) e professor no Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia.  No Cidacs, Barreto coordena a “Coorte Virtual de 100 milhões de Brasileiros”, uma plataforma que busca avaliar determinantes sociais e efeitos de políticas e programas sociais sobre diferentes aspectos da vida da sociedade brasileira, em especial a saúde.

O pesquisador do Cidacs Davide Rasella é bolsista de pós-doutorado da Wellcome Trust, com base no Instituto Gonçalo Moniz, na Escola Nacional de Saude Pública (Fiocruz) e na London School of Hygiene and Tropical Medicine. Ele também integra a plataforma “Coorte Virtual de 100 milhões de Brasileiros”.

Acesse o estudo na íntegra: http://bit.ly/estudoHA

Saiba mais sobre a Coorte de 100 milhões: http://bit.ly/coorte100mi

Fonte: Melhoria na governança e na cobertura de saúde reduz mortalidade no Brasil, diz estudo. Salvador: Instituto Gonçalo Moniz – IGM; 2017 Jan 10. [acesso em 28 fev 2017]. Disponível em: https://www.bahia.fiocruz.br/melhoria-na-governanca-e-na-cobertura-de-saude-reduz-mortalidade-no-brasil-diz-estudo/

A área da saúde continua a ser um alvo para os cibercriminosos

Vários hospitais foram vítimas de ataques de ransomware, e os orçamentos de segurança de saúde continuaram a ficar aquém dos de outras indústrias, de acordo com a Forrester Research.

O relatório da Forrester Research, “Lições aprendidas das maiores violações de dados do mundo e abusos de privacidade, 2016”, um incidente de 2016 foi a violação da Banner Health com 3,7 milhões de registros de pacientes, integrantes de planos de saúde, clientes de cafés e prestadores de serviços de saúde. Os atacantes, foram obtiveram acesso à informações pessoais de saúde, acrescentou a empresa de pesquisa e consultoria.

Líderes de segurança em saúde podem aprender muito com as falhas de dados que ocorreram no ano de 2016.

Forrester dividiu as lições a serem aprendidas em três categorias.

Primeiro, as organizações de saúde devem lutar para manter, até aumentar, os orçamentos de segurança. As organizações de saúde gastam 23% do orçamento de TI em segurança; Outras indústrias de infraestrutura crítica, como empresas de serviços públicos e telecomunicações, gastam 35%. Esta é uma enorme disparidade quando se considera a natureza crítica dos serviços de saúde e a sensibilidade dos dados em risco, disse a empresa. Agora é o momento de investir mais na cibersegurança em saúde, recomendou a empresa.

Em segundo lugar, as organizações de saúde devem segmentar suas redes em micro perímetros, sugeriu Forrester. Desta forma, uma violação inicial do perímetro não permite que hackers saltem para outras partes do ambiente.

E em terceiro lugar, as organizações de saúde devem criptografar e criptografar um pouco mais, disse Forrester. Os discos rígidos ausentes da Centene continham as informações pessoais dos pacientes, incluindo nomes, endereços, datas de nascimento, números de segurança social, números de identificação de membro e outras informações de saúde. Se a Centene tivesse criptografado os dados, não precisaria cumprir com os mandatos regulatórios para notificação de violação e teria protegido a privacidade de seus pacientes, disse Forrester. A menos que os criminosos também roubaram as chaves de criptografia, eles não podem vender os dados criptografados ou usá-los para cometer fraudes. Isso teria reduzido drasticamente os custos de infração do Centene e preservado a confiança do paciente.

Em última análise, os líderes empresariais devem priorizar a privacidade dos dados do cliente, concluiu o relatório da Forrester. Em 2017, os volumes de dados continuarão a explodir através de novos modelos de engajamento de clientes que usam os sensores, dispositivos e wearables da Internet de Coisas, e um ecossistema de parceiros de dados de terceiros, alertou a Forrester. Os gestores de segurança devem trabalhar com os seus homólogos de negócios para entender como os fluxos de dados mudam à medida que o próprio negócio muda – sejam novas parcerias, expansão geográfica, ofertas de clientes mais altamente personalizadas ou modelos de comercialização completamente novos.

Fonte: http://www.healthcareitnews.com

10 dicas para melhorar suas finanças pessoais

Estudos realizados pela Confederação Nacional do Comércio apontam que mais de 60% das famílias estão endividadas. Isso acontece justamente pela falta de organização nas finanças pessoais.

Mas o que fazer para melhorar as suas finanças pessoais? Dicas simples que, quando seguidas à risca, podem fazer toda a diferença no seu orçamento, principalmente no final do mês.

Antes de redirecioná-lo ao link para as 10 dicas, particularmente tenho uma e, gostaria de compartilhar com vocês! É uma aplicação online que faço uso a muito tempo, que é o “Organizze“. Um aplicativo mobile, que pode ser acessado de qualquer dispositivo desde que conectado na internet, para controle de finanças pessoais e empresariais. No começo se torna um pouco cansativo ter que adicionar todas as categorias, contas etc, mas basta você seguir a risca, colocando todos os gastos, pois qualquer Real é importante! Depois de virar um hábito, você não viverá mais sem a aplicação e pode ter certeza, conseguirá resolver muitas preocupações financeiras só com a organização! Não deixe de tentar, acesse a página organizze.com.br e faça o download.

Por isso, fique atento e confira essas 10 dicas para melhorar as suas finanças pessoais!

Leia agora no portal Educa Saúde e descubra como isso é possível, clique no link abaixo.

Fonte: 10 dicas para melhorar suas finanças pessoais – Portal Educa Saúde | Conhecimento de Alto Impacto

O que é Design Thinking? Como usá-lo na área de saúde? 

Não se assuste se você é daqueles que associam o termo “design” a trabalhos gráficos. Leia esse texto e descubra o poder do Design Thinking na área de saúde

Fonte: O que é Design Thinking? Como usá-lo na área de saúde? – Portal Educa Saúde | Conhecimento de Alto Impacto

A importância da Gestão à Vista

Uma definição na web sobre Gestão à vista que diz: Gestão à base de um sistema que possibilite que os principais itens de controle estejam em fácil acesso a toda a equipe, seja através de gráficos, dados, informações gerenciais que permitam uma rápida e fácil visualização e interpretação dos mesmos. Complementando a frase, acho importante destacar que também é útil para tomada de decisão e ter um norte para ser seguido. Na área da saúde, a obtenção desses indicadores são de extrema relevância, são dados inseridos na base à todo instante e que precisam se estratificados de forma correta. As instituições geralmente trabalham 24hrs por dia, 7 dias por semana, gerando milhares de atendimentos por mês, e cada paciente com um mundo de informações sobre sua vida, e estadia, endereço, atendimentos anteriores, atuais, exames laboratoriais, raios-x, diagnósticos médicos e de outros profissionais da área, sinais vitais e por aí vai. Organizar esses dados de forma objetiva e que tragam informações à nível gerencial são desafiadores, mas é necessário, pois não há como gerenciar algo sem uma forma simplificada dos dados estratificados. Pense na complexidade de um avião, imagine se alguém poderia pilotá-lo sem um painel de instruções para guiá-lo, ou até mesmo um carro sem informá-lo de algo que possa estar errado, como a falta de combustível.

Esses painéis devem possuir informações claras e objetivas, geralmente em gráficos para uma melhor visualização e comparação com meses anteriores. Há vários sistemas que possam ser integrados aos ERP´s na área da saúde, gerando esses gráficos em tempo real para melhor tomada de decisão, agora cabe ao gestor da área de tecnologia buscar esses sistemas, analisar o melhor custo x benefício e adequar à ferramenta para seu ambiente.

Gestão à vista também pode ser utilizada sem tecnologia, na vida pessoal é extremamente útil, quando você se acostuma utilizar esse tipo de gestão, pode ter certeza que se organizará com muito mais facilidade e não mais viverá sem! Vou citar um exemplo, o Kanban, que é um termo de origem japonesa e significa literalmente “cartão” ou “sinalização”. (fonte: Week) Em outro momento vou comentar especificadamente sobre o Kanban.

Você poderá utilizar o Kanban para seus estudos, por exemplo:

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Então você vai trabalhando os postites entre as atividades, é uma maneira simples e muito visual de se organizar, principalmente pra aqueles que estão acompanhando o processo.

Gestão visual vai conquistar seus gerentes, supervisores e coordenadores, invista no assunto que vale a pena.

Aprovado projeto que permite destruição do original de documento digitalizado

O documento digitalizado e certificado pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil) terá o mesmo valor legal do documento físico que lhe deu origem. A medida é prevista no substitutivo ao Projeto de Lei do Senado (PLS) 146/2007 aprovado nesta quarta-feira (7) pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). De autoria do senador Magno Malta (PR-ES), a proposta original autoriza a eliminação do original do documento após a digitalização certificada. destruicao-de-papel-jpg-300x157

O relator, senador José Maranhão (PMDB-PB), apresentou o substitutivo, que será submetido a turno suplementar de votação na próxima reunião da CCJ. De acordo com o PLS 146/2007, a digitalização de documentos e o armazenamento em mídia ótica ou digital autenticada serão realizados por empresas ou cartórios devidamente credenciados.

O projeto abre prazo de 90 dias, a partir de sua conversão em lei, para o governo regulamentar a matéria, indicando os requisitos para o credenciamento das empresas e dos cartórios autorizados a realizar esses serviços.

PREJUDICIALIDADE

No final de 2015, a Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) se manifestou pela prejudicialidade do PLS 146/2007. A justificativa foi de que a regulação pretendida já constava da Lei 12.682/2012, decorrente da aprovação do PLC 11/2007, que tramitou em conjunto com a proposta de Malta.

O relator na CCJ rejeitou o argumento da CCT de que o projeto estaria prejudicado pelo fato de tratar de questões (equiparação dos documentos digitalizados com certificação aos documentos originais e garantia do mesmo efeito jurídico dos documentos microfilmados às cópias digitalizadas) vetadas pela Presidência da República na sanção ao PLC 11/2007.

“Consideramos que a pendência de apreciação dos vetos apostos à Lei 12.682/2012 não enseja a prejudicialidade da presente proposição. A pendência de apreciação de veto presidencial não é um fator impeditivo ao oferecimento de proposições legislativas. O presente projeto, caso aprovado por ambas as Casas Legislativas, ainda teria que ser submetido à sanção do presidente da República”, sustentou Maranhão.

ADEQUAÇÃO

O relator na CCJ sugeriu a adequação do conteúdo do projeto ao texto da Lei 12.682/2012, o que fez por meio do substitutivo. Maranhão observou que a lei proíbe a eliminação dos documentos físicos digitalizados, “o que acaba por impedir que avancemos na desmaterialização de processos, como já o fez o Poder Judiciário”. Como o Novo Código de Processo Civil já reconheceu os documentos digitais e digitalizados como válidos para os fins de direito, o relator sustentou que isso precisa estar presente também na Lei 12.682/2012.

“Com efeito, deve-se permitir que os documentos apresentados em papel possam ser destruídos após a sua digitalização, desde que respeitados os requisitos procedimentais para garantia da integridade, autenticidade e fidedignidade da conversão do arquivo do meio físico para o meio digital”, considerou Maranhão.

Agência Senado 

Fonte: http://docmanagement.com.br